O policial militar Jandavi Campos da Silva, de 51 anos, acusado de assassinar a esposa, a professora Jaqueline Araújo dos Santos, de 46, vai a júri nesta quinta-feira (19), em Sapucaia do Sul.
O crime aconteceu em maio de 2024, na casa onde o casal morava, no bairro Ipiranga. Jaqueline foi morta com um tiro no rosto, e o réu responde por feminicídio.
Os dois estavam juntos há mais de 20 anos e tinham dois filhos. Na época, o policial relatou à polícia que teria discutido com a esposa ao chegar em casa após o trabalho. Segundo o depoimento, durante o desentendimento, ele pegou uma arma com a intenção de tirar a própria vida.
Ainda conforme a versão apresentada, Jaqueline teria ido em sua direção, momento em que um disparo acidental teria ocorrido, atingindo a vítima.
Após o tiro, ele chamou uma vizinha, pediu que ela acionasse socorro e, em seguida, fugiu do local. No dia seguinte, ele se apresentou à polícia e, desde então, está preso preventivamente.
Testemunhas ouvidas durante a investigação relataram que o casal mantinha um relacionamento conturbado, com discussões frequentes.
A sessão começa às 9h desta quinta-feira (19), no salão do júri do Fórum de Sapucaia do Sul.
Imagem: arquivo pessoal


